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Os anticapitalistas

Não é muito difícil escutar por vários acadêmicos do mainstream, artistas e empresários o máximo de críticas possível que conseguem formular ao livre mercado. Estas pessoas são escutadas simplesmente porque as massas não lêem, mas acham que o diploma ou um título de reconhecimento de alguém é o bastante para concordar livremente com o que se fala. A coisa que não entendem é que este grupo de "críticos" sequer sabe como funciona o processo de mercado, e muitas vezes dá pra notar a filosofia da inveja ou a vontade de ganhar algo em troca com tais críticas.

Os professores e artistas em geral são os que mais fazem ataques sem sentido, simplesmente por terem ódio do capitalismo. Como observou o austríaco Ludwig von Mises:

"A busca de um bode expiatório é a atitude das pessoas que vivem sob uma ordem social que trata todos de acordo com sua contribuição para o bem-estar de seus semelhantes e na qual, portanto, cada um é origem de sua própria sorte, neste tipo de sociedade, cad…
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Autoridade de cu é rola

[O texto a seguir não é uma redação e nem um TCC, então escrevi do jeito que eu quis mesmo e na linguagem simples para que todo mundo entenda.]
Para os que acreditaram que o professor Alexandre estava certo só por citar vários autores e pesquisas a respeito da tecnologia e da eliminação de empregos, eu também posso citar autores que concordam que a tecnologia não cria desemprego.
Henry Hazlitt — Esse foi o economista que dedicou um capítulo inteiro apenas para refutar a afirmação de que a tecnologia gera desemprego no seu livro "Economia Numa Única Lição" (quem quiser dar uma lida: http://erivam-galdino.blogspot.com.br/2017/03/a-maldicao-da-maquinaria.html?m=1).
Os insights que Hazlitt tem nesse livro são o bastante para refutar a famosa afirmação de que o desenvolvimento tecnológico diminui postos de emprego, proferida até mesmo por um economista brasileiro (http://www.ub.edu/geocrit/b3w-878.htm). O erro dessa frase é que ela tem uma visão fechada, não entendendo que tecnologi…

Totalmente a favor da tecnologia

A tecnologia foi o que promoveu e mantém até hoje a civilização ocidental, a comunicação veloz pelo mundo e o acesso dos pobres à artigos que antes só pertenciam à elite. Apesar da imensa lista de consequências benéficas, ainda estão espalhadas por aí disparates vergonhosos contra sua produção e utilização, tais como o desemprego.
O desenvolvimento tecnológico afeta positivamente a estrutura do capital de uma empresa, que é constituída por mão de obra e fatores de produção (como maquinário e ferramentas), aumentando a produtividade, ocasionando numa expansão de oferta, e, assim, diminuindo os preços, seguindo a lei de oferta e demanda. É exatamente por isso que hoje tantas pessoas têm artigos que antes, devido a precariedade da produção, só estavam disponíveis à pessoas mais ricas. A tecnologia não só diminuiu os preços, como aumentou a demanda por emprego e eliminou os setores improdutivos, transferindo a mão de obra para onde realmente havia demanda.
Não é novidade a ninguém que a tec…

A maldição da maquinaria

Entre as mais viáveis de todas as ilusões econômicas está a crença de que a máquina, na realidade, cria desemprego. Destruída mil vezes, tem ressurgido sempre das próprias cinzas com a mesma firmeza e o mesmo vigor. Sempre que há prolongado desemprego em massa, é a máquina que, novamente, leva a culpa. Essa falácia é ainda a base de muitas manifestações de sindicatos. O público tolera tais manifestações porque acredita que, no fundo, eles têm razão, ou sente-se demasiado confuso para ver com justeza por que estão errados.

A crença de que as máquinas causam desemprego, quando mantida com alguma consistência lógica, conduz a ridículas conclusões. Devemos estar causando tanto desemprego com o aperfeiçoamento tecnológico de hoje em dia, quanto o homem primitivo deve ter começado a causar com os primeiros esforços feitos no sentido de poupar, para si, trabalho e suor inúteis.

Para não irmos muito longe, consideremos The Wealth of Nations, de Adam Smith, livro publicado em 1776. O primeiro ca…

Feminismo pós-moderno

O feminismo pós-moderno, com sua pseudo-epistemologia de "desconstrução", "vivência" e "lugar de fala" renuncia consciente e intencionalmente à lógica e à racionalidade, colocando a mulher em um status sub-humano, próximo a um animal. Na verdade, a posição dos bichos é ainda mais confortável pois enquanto estes não têm escolha, tendo apenas a vivência como sistema de aprendizado, os pós-modernos renunciam deliberadamente à razão - uma ferramental infinitamente mais poderosa - para se colocar na exata situação dos animais. Só a vivência importa a eles - e a inspeção lógica não desempenha nenhum papel relevante.

A situação piora consideravelmente com seu ativismo medíocre de defecar na rua como um cão, berrar em ônibus e corredores de escolas, fazer arte de retardado mental, sangrar e se esfregar pelo chão como um gato, urinar em praias diante de fogueiras, descuidar da aparência, etc. - os mesmos protestos que animais desesperados fazem.

Como isso vai resol…

Políticos são parasitas

É curioso notar como os políticos realmente se ofendem quando os chamamos de "parasitas". Na verdade, isso é mero reflexo do fato de que os melhores "insultos" são aqueles literais, que captam a essência da realidade a que se referem. Um parasita (um carrapato, uma tênia, uma pulga, uma sanguessuga, etc.) é algo que vive agarrando o hospedeiro e roubando-lhe a sua vida sangue, seus recursos e energia. É claro portanto que políticos são parasitas: eles vivem do dinheiro que extraem das outras pessoas sob a ameaça de violência — o que é chamado de "tributação". Mas antes fossem apenas meros parasitas preocupados apenas farrear e esbanjar o dinheiro que pilharam das pessoas produtivas. O fato agravante é que eles são megalomaníacos obsessivos e obcecados em fazer tudo aquilo que consideram ser o "certo" — o que se resume a impor inúmeras dificuldades para suas vítimas (nós, os genuínos trabalhadores) por meio da criação de milhares de leis e regula…

Entenda o marxismo em um minuto

Todo o evangelho de Karl Marx pode ser resumido em duas frases: Odeie o indivíduo mais bem-sucedido do que você. Odeie qualquer pessoa que esteja em melhor situação do que a sua.

Jamais, sob qualquer circunstância, admita que o sucesso de alguém pode ser decorrente de seu esforço próprio, de sua capacidade, de seu preparo, de sua superioridade em determinada atividade. Jamais aceite que o sucesso de alguém pode advir de sua contribuição produtiva para algum setor da economia, contribuição essa que foi apreciada por pessoas que voluntariamente adquiriram seus serviços. Jamais atribua o sucesso de alguém às suas virtudes, mas sim à sua capacidade de explorar, trapacear, ludibriar e espoliar.

Jamais, sob qualquer circunstância, admita que você pode não ter se tornado aquilo com que sempre sonhou por causa de alguma fraqueza ou incapacidade sua. Jamais admita que o fracasso de alguém pode ser devido aos defeitos dessa própria pessoa — preguiça, incompetência, imprudência, incapacidade o…